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Perspectivas de crescimento do e-commerce impulsionam criação de lojas virtuais

Consumidores despertam cada vez mais para as compras na web, enquanto empreendedores aproveitam a oportunidade para investir no comércio eletrônico

Jorge Pereira, do Sebrae: *É preciso conferir se o produto que a loja virtual pretende comercializar tem viabilidade para vender na internet*

Os empresários inovadores estão sabendo tirar proveito do crescimento do e-commerce para construir seu canal de vendas direcionado a um consumidor que navega cada vez mais na internet. Os índices de aumento das vendas on-line nos últimos anos refletem bem a força deste mercado em expansão.

Segundo o Ibope/NetRatings, que mede o mercado brasileiro de internet, o número de internautas no Brasil quadruplicou em sete anos, passando de 9,8 milhões em 2000 para 39 milhões em 2007. Destes números, o percentual de pessoas que utilizam a internet para realizar suas compras é de 24%. Isso significa um aumento de 35% no número de e-consumidores, passando de 7 milhões a 9,5 milhões os adeptos às compras pela rede.

De acordo com informações do site Ebit, empresa que pesquisa informações do comércio eletrônico no Brasil, os itens mais comprados pela internet são livros, revistas e jornais, respondendo por 17% das compras, seguidos dos produtos de informática, com 12%; eletrônicos, com 9%; saúde e beleza, 8%; e telefonia celular, que corresponde a 7% das compras. Sobre o faturamento deste mercado, o Ebit indica que no ano de 2007 a receita do setor foi de R$ 6,3 bilhões, representando um crescimento de 43% em relação a 2006.

O consultor do Sebrae Jorge Luiz da Rocha Pereira alerta que para criar um negócio virtual a empresa precisa, primeiramente, ter um espaço físico para gerar o CNPJ, analisar o mercado e verificar se o produto que pretende vender é possível de comercializar na internet. “É importante também a empresa estar preparada com um software empresarial para acompanhar o pedido do cliente. Quando o consumidor ligar para saber sobre o produto, a loja virtual deve informar de forma correta se já foi enviado ou em que estágio do processo de envio ele se encontra”, avalia.

Consumidores despertam cada vez mais para as compras na web, enquanto empreendedores aproveitam a oportunidade para investir no comércio eletrônico


Os empresários inovadores estão sabendo tirar proveito do crescimento do e-commerce para construir seu canal de vendas direcionado a um consumidor que navega cada vez mais na internet. Os índices de aumento das vendas on-line nos últimos anos refletem bem a força deste mercado em expansão.

Segundo o Ibope/NetRatings, que mede o mercado brasileiro de internet, o número de internautas no Brasil quadruplicou em sete anos, passando de 9,8 milhões em 2000 para 39 milhões em 2007. Destes números, o percentual de pessoas que utilizam a internet para realizar suas compras é de 24%. Isso significa um aumento de 35% no número de e-consumidores, passando de 7 milhões a 9,5 milhões os adeptos às compras pela rede.

De acordo com informações do site Ebit, empresa que pesquisa informações do comércio eletrônico no Brasil, os itens mais comprados pela internet são livros, revistas e jornais, respondendo por 17% das compras, seguidos dos produtos de informática, com 12%; eletrônicos, com 9%; saúde e beleza, 8%; e telefonia celular, que corresponde a 7% das compras. Sobre o faturamento deste mercado, o Ebit indica que no ano de 2007 a receita do setor foi de R$ 6,3 bilhões, representando um crescimento de 43% em relação a 2006.

O consultor do Sebrae Jorge Luiz da Rocha Pereira alerta que para criar um negócio virtual a empresa precisa, primeiramente, ter um espaço físico para gerar o CNPJ, analisar o mercado e verificar se o produto que pretende vender é possível de comercializar na internet. “É importante também a empresa estar preparada com um software empresarial para acompanhar o pedido do cliente. Quando o consumidor ligar para saber sobre o produto, a loja virtual deve informar de forma correta se já foi enviado ou em que estágio do processo de envio ele se encontra”, avalia.



Mínimo custo, máximo lucro

João Ricardo: *A Apetrexo.com busca competitividade através da agilidade na entrega dos produtos*

Apetrexo.com é uma das lojas virtuais que opera exclusivamente no varejo eletrônico brasileiro. Desde novembro de 2007, através do site www.apetrexo.com.br, ela oferece 11 categorias de produtos, divididos em eletrônicos, informática e telefones celulares. João Ricardo Mendes, diretor financeiro, conta que antes de fundar a Apetrexo.com foi distribuidor durante três anos de sites de comércio eletrônico como o Submarino e Lojas Americanas, quando percebeu a crescente demanda pelos produtos via internet. “Constatei o crescimento do comércio eletrônico e começamos a comercializar bens de alta tecnologia recém lançados no exterior e aos poucos ampliamos o portfólio, criando novas opções de compras”, relata.

A Apetrexo possui um escritório administrativo e um centro de distribuição localizados no Rio de Janeiro. “A empresa começou suas operações de vendas buscando entregar os pedidos no menor tempo em relação aos concorrentes, por isso preferimos manter um estoque próprio para agilizar todo processo de entrega”, justifica João. O diretor financeiro explica que a empresa entrega, em média, 90% das compras no prazo de um dia e 10% em, no máximo, três dias. Na região do Rio de Janeiro a entrega é realizada no mesmo dia, por meio dos serviços de um motoboy.

Como a maioria dos sites de comércio eletrônico, a Apetrexo trabalha com pagamentos à vista via boleto, transferência ou depósito bancário, aos quais o cliente tem 12% de desconto, ou a prazo, em até 10 vezes sem juros no cartão de crédito. A taxa de entrega é cobrada de acordo com a tabela do Sedex. “Estamos estudando a hipótese de extinguir essa taxa de entrega, sem repassar o valor nos preços dos produtos”, conta João.

O empresário afirma que a grande vantagem de ter um negócio na internet é o baixo custo fixo e a ausência de fronteiras. “Os custos com aluguel e funcionários são muito enxutos em relação a uma loja física e o crescimento de uma loja de balcão fica limitado a sua localização”, analisa. A única desvantagem do comércio virtual apontada por João é a publicidade. “Quando começamos a operação de vendas da Apetrexo gastamos muito com publicidade e, ao contrário do que se pensa, anunciar na web é muito caro”, declara.

Atualmente, a empresa possui faturamento mensal de R$ 380 mil a R$ 450 mil e cresce em média 15% ao mês. “A meta é continuar crescendo e posteriormente partir para a abertura de capital. Queremos aproveitar esse mercado, que tem uma expectativa de crescimento de 60% ao ano em relação ao comércio de balcão”, revela João.


Atendimento e prazo de entrega

Outra loja que atua no varejo eletrônico desde 2004 é a Stopplay. Ela comercializa itens de eletroeletrônicos, informática, celulares, som automotivo, produtos de beleza, perfumes, entre outros. “Começamos como uma empresa de call center no boom da internet brasileira, mas identificamos um mercado em desenvolvimento que tinha tudo para funcionar no Brasil. Tivemos nosso primeiro pedido pouco tempo depois de o site entrar no ar. Nessa época, havia pouca concorrência, mas o público consumidor também era bem menor”, lembra Michel Pierre, diretor da Stopplay.

A empresa possui um escritório com seis salas em Ribeirão Preto (SP) e um galpão onde armazena os produtos. Pierre explica que o estoque é bem reduzido, porque funciona mais sob demanda. A empresa estoca os produtos que mais saem e, conforme as solicitações recebidas, efetua os pedidos. Os pagamentos são realizados por boletos bancários, cartões de crédito ou débito e a compra é efetuada somente após confirmação de pagamento.

Alguns clientes que já compraram na Stopplay reclamam da demora na entrega dos produtos. E o site Reclame Aqui, que atua na defesa do e-consumidor, informa que em uma escala de 0% a 100%, somente 10,5% dos clientes voltariam a fazer negócios com a Stopplay. Sobre essas informações, o diretor da loja virtual diz que existe muita desinformação e garante que a empresa está trabalhando para minimizar esses problemas.

“No caso de produtos importados, nem sempre temos em estoque, mas isso está explícito no site. Nas opções de entrega, está bem claro que para os importados há processos burocráticos que podem elevar o tempo para o consumidor receber a mercadoria”, ressalta Pierre. O diretor alerta que esse tempo é acrescido no cálculo, além do prazo dos Correios. “Na modalidade Sedex, os produtos são entregues no prazo de 12 a 25 dias úteis. Na modalidade Frete Light (exclusiva da empresa), o tempo para recebimento é de 15 a 30 dias úteis. Esses prazos são contados a partir da confirmação de pagamento e da coleta de pedido pelos Correios”, explica.

Mesmo com alguns clientes insatisfeitos com a entrega, Pierre revela que a Stopplay cresceu 300% em 2007 e tem expectativa de crescer mais 200% este ano. O diretor comenta ainda que a perspectiva para o futuro é investir cada vez mais no atendimento ao cliente. “A empresa pretende crescer cada vez mais, acompanhando a franca expansão do mercado virtual”, planeja.

Pierre enfatiza que a grande vantagem de vender na internet é a redução dos gastos com logística. “Não preciso ter vários vendedores e pagar aluguel de lojas”, enumera. “Cada vez mais pessoas compram computadores e já estão acostumadas a usar caixa eletrônico, cartão de crédito e até fazer compras à distância, por catálogo. Por isso, têm menos medo de comprar pela internet”, finaliza.

A redução de custos como o aluguel e a inexistência de pagamentos aos vendedores pelas comissões de vendas integram os fatores que mais contribuem para o crescimento dos negócios virtuais, de acordo com o consultor do Sebrae João Luiz da Rocha Pereira. “Outro ponto a favor do mercado virtual está relacionado ao fato das empresas não precisarem manter produtos em estoque. Na internet, as lojas podem receber o pedido do cliente, solicitar ao fornecedor e depois repassar direto ao comprador, dessa forma agilizam as vendas e otimizam o capital de giro”, destaca.

Foco em saúde e beleza

Apontado como um dos segmentos que mais atraem consumidores para comprar na rede, os cosméticos representam 8% das vendas virtuais no Brasil, segundo o site Ebit. E foi nesse mercado que Leonardo Borges decidiu investir quando trancou a faculdade de Direito para criar a She’s – Beauty Shop, empresa que comercializa mais de 3 mil itens das principais marcas do mercado em cosméticos nacionais e importados. A She’s começou oficialmente sua operação de vendas em abril de 2007 via comércio eletrônico. “Em janeiro de 2006, eu e um amigo de faculdade decidimos montar um negócio na internet para aproveitar a oportunidade de investir em um mercado novo e em franca expansão”, declara Leonardo.

A empresa mantém um escritório administrativo em Campinas (SP) e firmou parceria com duas lojas de shoppings da região. “Em nosso plano de negócio chegamos à conclusão que a operação só seria viável mediante uma parceria com uma loja já estabelecida. Dependendo do ramo e do quanto você tem para investir é muito arriscado começar sem parceiros já estabelecidos”, afirma Leonardo.

A She’s mantém estoque de produtos e usa o sistema de Sedex dos Correios para entrega em um prazo de três dias úteis para 90% do território nacional. As formas de pagamento oferecidas são cartões de crédito e boleto bancário, mas Leonardo afirma que a maioria dos clientes prefere cartão de crédito. “As próprias administradoras já têm um departamento exclusivo para atendimento às lojas virtuais”, destaca.

Na opinião do empreendedor, a vantagem dos negócios virtuais é vender 24 horas por dia para todo o Brasil e a desvantagem é a concorrência. “Não é como em lojas físicas, onde o cliente, para pesquisar, tem que ligar ou andar de loja em loja. Na internet, em três minutos é possível pesquisar preços em diversas lojas diferentes. E o resultado é que sempre tem alguém vendendo mais barato, copiando suas idéias, roubando espaço publicitário, entre outros desafios. Na internet, definitivamente, não existe espaço para amadorismo e, muito menos, para comodismo”, avalia.

O empresário vê com otimismo o avanço do mercado virtual no Brasil. “O computador se tornará em poucos anos um utensílio muito popular, similar à televisão. Creio que em cerca de 5 a 15 anos, a internet vai depender menos do computador e vai migrar cada vez mais para o celular e para a TV”, prevê. Leonardo acrescenta ainda que acredita na entrada em massa das classes C e D na web e, conseqüentemente, nos negócios virtuais.

O criador da She’s revela que o faturamento da empresa foi incrementado desde o início das operações na rede e diz que os planos para o futuro é investir cada vez mais. Para quem pretende criar um negócio virtual, ele aconselha a estudar muito e ter humildade. “É preciso ser humilde para admitir que você não sabe nada de marketing na internet, estudar muito, encontrar um bom programador em web e fazer um plano de negócio com estimativas. Depois é só executar o projeto”, conclui

E-commerce socialmente responsável

*A Social Web trabalha o conceito do comércio justo, oferecendo espaço gratuito na loja virtual para Ongs*

Com foco em responsabilidade social e apostando em um nicho de mercado que não existia no Brasil, Alexandre Moraes criou a Social Web Comércio Ltda, primeira e única empresa virtual que trabalha com comércio eletrônico socialmente responsável. A empresa compartilha a estrutura da loja virtual com Ongs de reconhecida atuação. “Eu já trabalhava com internet e tive acesso ao terceiro setor, então montei a empresa em janeiro de 2003”, relata Alexandre.

A Social Web mantém dois espaços físicos integrados por um setor administrativo e um galpão para armazenar os produtos que incluem acessórios, adesivos, blusas, bolsas, bonés, camisetas, brinquedos, entre outros. A empresa retém 10% do valor da venda dos produtos para taxa administrativa e o restante é encaminhado às Ongs. “Busco trabalhar com o conceito do comércio justo, por isso a maior parte da receita é destinada às entidades que usam o espaço do site gratuitamente como vitrine. O critério para a Ong anunciar é ter projeto atuante e reconhecido na sociedade”, justifica Alexandre.

A empresa também oferece diversas opções de pagamento, como boleto bancário, depósito on-line e cartões de crédito. Sobre elas, Alexandre esclarece que a Social Web tem uma interface administrativa integrada com os cartões de crédito e, por isso, é possível verificar na hora se a compra foi aprovada. “Se aprovada, o pedido que foi solicitado até às 16h é encaminhado pelos Correios no mesmo dia. Através de Sedex entregamos em, no máximo, um dia após o pedido em São Paulo e cobramos taxa de entrega, cujos valores variam conforme a cidade”.

Para Alexandre, a diferença entre loja física e virtual é o custo. “A vantagem da venda on-line é a redução do custo fixo, que é barbaramente menor”, avalia. A falta de segurança que algumas pessoas ainda têm em comprar na web é apontada pelo criador do site solidário como um obstáculo para o crescimento dos negócios virtuais. “A tendência é que essas barreiras sejam quebradas com o baixo custo do computador e da banda larga. Geralmente, após um período de dois anos em contato com a internet a pessoa que não costumava usar a rede já se sente mais confiante para realizar a compra”, defende Alexandre.

A empresa, que cresceu mais de dois dígitos desde o início de suas operações e nunca apresentou crescimento menor que 40% ao ano, contabiliza 35 parceiros e planeja alcançar cem entidades associadas em um prazo de três anos. “Pretendo triplicar a audiência do site e o faturamento nos próximos anos”, planeja Alexandre.

O consultor do Sebrae Jorge Luiz da Rocha Pereira afirma que a tendência do mercado virtual no Brasil é de crescimento. “Através da web, as pessoas não precisam mais sair de casa para pesquisar preços e comprar produtos. Essa situação é mais real ainda nos grandes centros urbanos, onde o tempo para efetuar essas funções fica comprometido e, nesse contexto, os negócios virtuais terão franca expansão”, analisa.

VANTAGENS
Negócios virtuais x Negócios de balcão

Loja Virtual:

- não é necessário ter estoque de produtos
- cliente não precisa sair de casa para comprar
- baixo custo fixo (não há aluguel do espaço e pagamento a funcionários)
- ausência de fronteiras comerciais
- horário ilimitado de venda

Loja Física:

- cliente recebe o produto na hora da compra
- custo mais baixo com publicidade
- concorrência menor (para pesquisar preços, o cliente tem que ir de loja em loja)
-consumidores sentem-se mais seguros

Contato:

Pridecommerce
11 9766-8986

18 9781-2575

Grupo TRADE

www.grupotrade.com.br

VAGNER FERNANDES DAVID | Pride Commerce | www.pridecommerce.com | 11 9766-8986 | 18 9781-2575


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