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Para micro e pequenos empresários, 2009 será melhor que 2008

por Agência Sebrae

Pesquisa revela que 68% acreditam que haverá aumento do número de clientes; 49% devem aumentar o investimento no próprio negócio


A maioria das micro e pequenas empresas brasileiras, segmento responsável por 97% do total de empresas do País, está otimista com relação ao desempenho da economia em 2009. De acordo com a sondagem 'Ponto de Vista dos Pequenos Negócios', divulgada pelo Sebrae nesta quinta-feira (2) em Brasília, 62% dos empresários entrevistados esperam vender e faturar mais, 56% pretendem manter o quadro de funcionários e 35% afirmam querer aumentar as contratações com carteira assinada.

A sondagem revela que 68% dos micro e pequenos empresários acreditam que haverá aumento do número de clientes e que 49% devem aumentar o investimento no próprio negócio. Desta forma, grande parte dos entrevistados avalia que suas atividades empresariais serão boas (57%) ou muito boas (22%). Apenas 9% acreditam que 2009 será um ano ruim ou muito ruim, 8% e 1%, respectivamente.

Essa é a primeira de uma série de sondagens que o Sebrae produzirá este ano. O documento revela a percepção de cerca de três mil empresários de todo o País sobre seus negócios no último quadrimestre de 2008 e as perspectivas para 2009.

O otimismo apurado pela sondagem, realizada em março, coincide com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de fevereiro, divulgados pelo Ministério do Trabalho. De acordo com o ministério, as microempresas foram as principais responsáveis pela manutenção dos empregos formais em fevereiro deste ano. Aquelas com até quatro empregados geraram aproximadamente 82 mil postos de trabalho em todos os oito setores de atividade econômica; as pequenas extinguiram 16.935 postos, e as médias e grandes demitiram 44.905 funcionários.

Os dados obtidos pelo Sebrae também revelam que, ao contrário do que ocorreu com as grandes empresas, a crise financeira internacional não afetou, de forma relevante, a dinâmica do mercado de trabalho nas micro e pequenas empresas brasileiras no último quadrimestre de 2008. Os números mostram que 69% dos empresários entrevistados não demitiram funcionários, contra 31% que confirmaram ter reduzido a mão-de-obra no período analisado.

Apesar de terem optado por manter seus quadros de trabalho, as micro e pequenas empresas sofreram algum impacto com a crise. Para 55% dessas empresas, houve redução do número de clientes e, conseqüentemente, do número de vendas e do faturamento.

Questionados a respeito das estratégias que poderão contribuir para o desenvolvimento dos seus negócios, tendo em vista o atual cenário econômico, 23,3% afirmaram que a ampliação do negócio é o tema-chave para 2009. Em segundo lugar, o marketing foi apontado por 21,2% dos entrevistados, enquanto a busca por novos mercados foi o terceiro tema mais votado, com 16,3%.

O item inovação, considerado fundamental para que haja novos ciclos de dinamismo empresarial, atingiu apenas o quarto lugar, com 14,2%. Esse último dado mostra que muitos empresários ainda não assimilaram a importância da inovação. Esse dado também é confirmado pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2008, pesquisa divulgada recentemente pelo Sebrae. A GEM avaliou que o Brasil possui uma das mais baixas taxas de lançamento de produtos novos (desconhecidos para o consumidor) e de uso de tecnologias disponíveis há menos de um ano no mercado.

Crédito

No último quadrimestre de 2008, embora 63% dos empresários tenham respondido que foram afetados pela crise, 65% afirmaram que não houve necessidade de tomar dinheiro emprestado aos bancos.

Parcela dos empresários acredita que os juros do sistema financeiro ficarão mais baixos em 2009 (35% acham que os juros vão diminuir; 34% que não haverá alteração e 31% que os juros vão aumentar), porém maioria não deve recorrer a novos empréstimos.

Quando perguntados sobre qual a perspectiva do grau de endividamento para este ano, 33% responderam que as dívidas deverão diminuir, 53% afirmaram que o índice não deve sofrer alteração e apenas 14% acreditam que aumentarão o grau de endividamento.

Metodologia

Para a composição da sondagem, foram entrevistados 2.937 empresários dos setores da indústria, agronegócios, comércio e serviços, distribuídos nos 26 estados do País e no Distrito Federal. As entrevistas foram realizadas no período de 3 a 13 de março pelas Centrais de Relacionamento do Sebrae nos estados.

 

 

 

 

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