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Como o e-commerce no Brasil pode melhorar

Em entrevista ao MoIP Ideias, a especialista em e-commerce Lígia Dutra falou sobre o e-commerce no Brasil. Logo de cara, Lígia explicou a diferença entre comércio eletrônico (e-commerce) e comércio na Internet (i-commerce). Segundo ela, diferentemente da forma como se utiliza, o comércio na Internet é um canal de comércio eletrônico. Ou seja, faz parte do comércio eletrônico. Entretanto, isso será redundante daqui alguns anos, tudo será considerado comércio eletrônico.
Lígia também destaca que é importante que os sites de e-commerce precisam saber lidar melhor com as ferramentas de comunicação com o cliente, como Twitter e Facebook, por exemplo. É preciso ter foco no público que se quer atingir e ter tempo hábil para cuidar desses canais. Não adianta simplesmente criar uma página no Twitter para sua empresa se você não irá acompanhá-la rigorosamente. E isso, claro, demanda investimento. As empresas devem pensar que os clientes gostam de atendimento personalizado. Eles querem que você resolva o problema que ele mostra. E isso não só pela internet. Contatos pessoais e telefônicos também são importantes. Lígia enfatiza que as lojas (virtuais ou não) não devem ter atendimento hierarquizado: quem atende o cliente deve resolver o problema e não passá-lo a um supervisor.
Tudo deve ser feito o mais rápido possível quando se trata de internet. Na rede, os erros são aumentados. Algo que um consumidor não gostou pode ser postado nas redes sociais e ganha proporções enormes. Portanto, um gerenciamento de crises se torna necessário.

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