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Pesquisa traça o perfil do empreendedor americano

Levantamento da Kauffman Foundation com 1.431 fundadores de empresas revela que eles são experientes, trabalham sozinhos e, claro, reclamam dos impostos

Por Bruna Martins Fontes 
 
 
 
Pense em um empreendedor americano. Há uma boa chance de a primeira imagem que vem à cabeça ser a do jovem CEO do Facebook, Mark Zuckerberg. Mas a verdadeira face do fundador de um novo negócio nos Estados Unidos é ligeiramente diferente.
Ele é homem, mas já está na casa dos 30 anos e acumula uma bagagem de mais de dez anos no mundo corporativo – por isso provavelmente abriu sua própria consultoria. E nada de altas cifras: sua empresa fatura US$ 50 mil (ou R$ 98.910) por ano.
Esse é o retrato traçado pela pesquisa “Startup Environment Index”, realizada pela Kauffman Foundation com 1.431 novos empreendedores americanos e divulgada ao público hoje (28). O perfil geral traçado pelo levantamento mostra que, entre os entrevistados, 69% são homens e 49% têm de 30 a 49 anos – só 17% estão na faixa etária de Zuckerberg, de 18 a 29 anos.
A maior parte deles (41%) tem experiência de ao menos dez anos no mercado, e 44,7% já haviam aberto uma empresa antes. Para começar seu negócio, dois terços dos pesquisados usaram suas economias, e só 6% receberam aporte de investidores. Outros 4% pediram dinheiro ao banco.
No corte por gênero, a pesquisa mostra que as mulheres são mais estudiosas. Enquanto um bom número de homens apenas completou o ensino médio, entre elas há maior porcentagem de empreendedores que fizeram mestrado e doutorado.
No comando das empresas, porém, eles faturam mais. Entre os negócios com receitas superiores a US$ 1 milhão, 83% são comandados por homens. Na outra ponta, um terço das empresas da menor faixa de faturamento (até US$ 50 mil) são administradas por mulheres.
A pesquisa também captura alguns reflexos do cenário da crise econômica nos Estados Unidos: 70% dos empreendedores trabalham sozinhos, sem nenhum funcionário, e a área de atuação da maior parte deles (11%) é consultoria – depois dela vêm serviços gerais (6,6%), internet (5,5%) e mercado imobiliário (5,4%). Além disso, 82% dos negócios faturam até US$ 50 mil por ano. Apenas 18 das 1.431 empresas consultadas têm receita anual superior a US$ 1 milhão.
Para os empresários americanos, os maiores obstáculos na gestão da empresa são a incerteza sobre as condições para fazer negócios (resposta de 55% dos entrevistados) e a falta de acesso ao crédito (45%). Quanto às políticas de governo que dificultam a atividade empreendedora, suas reclamações se assemelham às dos brasileiros. Altos impostos e a complexidade dos tributos são o que mais os atrapalha.
 

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